A maioria das pessoas que resolvem comprar um carro fica nesta dúvida e boa parte opta pelo seminovo pelos preços mais em conta. No meu caso, o grande problema é que não entendo na-da de carros. É dirigir e olhe lá. Então é bastante atraente a segurança de poder rodar ao menos um ano sem grandes encrencas enquanto aprendo a lidar com a coisa.
A qualidade e o estado do usado dependem muito de como o proprietário anterior cuidou. No caso de compra de particular, se você conhece o dono e confia, beleza. Se não conhece, uma boa é preferir os veículos revisados em autorizada e pedir pra ver a nota pra saber quais e quando os serviços foram feitos. Já os veículos comprados em concessionária têm por lei 6 meses de garantia mas só na caixa de direção e motor. Toda loja alardea que os carros são "revisados", mas antes de rodar a toda por aí eu levaria um mecânico de confiança para não ter surpresas. É preciso ter atenção para mossas e emassados na lataria que podem revelar envolvimento em acidente. Marcas de lama nos bancos e embaixo dos tapetes, são tipicos de enchente. E tem o risco de algumas lojas que encobrem defeitos graves no motor com "gambiarras" em vez de fazer o conserto definitivo antes de vender.
Um ponto importante é se o pagamento será a vista. O financiamento de usados costuma ser mais caro, fazendo o preço não ficar tão em conta em alguns casos. Um exemplo é um pálio 2 portas completo 2008/ 2009 que está em média R$ 25 mil, enquanto um novo está por R$ 30.000. Dando o mesmo valor de entrada vc paga o mesmo valor de parcela, sendo que o novo em 48x e o usado em 36x. E lembrando que no último caso, quando terminar o financiamento, você terá um carro com 6 anos de uso.
Outra questão é que o seguro de carros com mais de 5 anos costuma ser caro, considerando o quanto equivale percentualmente em relação ao valor do veículo.
Com o valor de um popular zero é possível comprar um superior bem equipado. E o principal atrativo é que a desvalorização do usado ficam em 10% ao ano em média, enquanto só ao tirar o novo da loja já se perde 20%. Mas não dá pra contar com garantia de um ano e nem com aquele cheirinho de novo que é tão prazeroso... Enfim, a não ser que surja uma proposta irrecusável devo pegar um zero.
Lembro que no meu caso em particular, quero um veículo popular, com motor 1.0 e pretendo financiar pelo menos uma parte. Em caso de quem quer carro mais potente, maior, para trabalho, etc, é outra história.
Quero Comprar Um Carro!
segunda-feira, 9 de maio de 2011
sábado, 7 de maio de 2011
Conquista requer sacrifício
A decisão de comprar um carro a gente toma rápido, agora realizar a compra que é bom... Pra começar, o melhor é dar pelo menos uma entrada. Isso significar economizar. Pra muita gente é algo até pensável, mas irrealizável. O importante é: guarde qualquer valor que puder. Os economistas dizem que o ideal é guardar pelo menos 10% do salário líquido, o que procuro fazer desde que ganhava meio salário mínimo como estagiária aos 15 anos. Minhas economias já me salvaram de cada sufoco... Mas como pra muita gente isso é difícil por diversos motivos, eu digo que é importante guardar qualquer valor. Aqueles 20 reais que sobraram na conta no fim do mês, os 50 que economizou num fim de semana que não foi pra night. De grão em grão...
Eu preferi abrir uma poupança em outro banco, que não é o da minha conta corrente. Isso dificulta a vontade louca de fazer só um saquezinho pra qualquer besteira. Pra mim, dinheiro guardado é dinheiro esquecido. Deixo até o cartão da poupança em casa pra evitar a tentação.
Juro, vale a pena. Com a inflação bombando, os financiamentos que nunca foram baratos estão ainda mais caros. Pra terem uma ideia, pra quem pretende financiar 100% do valor de um carro popular novo, o valor das parcelas de um financiamento de 60 vezes hoje é cerca de 100 reais mais caro em relação ao mesmo período do ano passado. Ou você precisa dar R$ 3 mil pra deixar a parcela no mesmo valor era no início de 2010. Uma loucura! Vou falar melhor de financiamentos em outro post. Por hora, o recado é ECONOMIZE O QUE PUDER!
Eu preferi abrir uma poupança em outro banco, que não é o da minha conta corrente. Isso dificulta a vontade louca de fazer só um saquezinho pra qualquer besteira. Pra mim, dinheiro guardado é dinheiro esquecido. Deixo até o cartão da poupança em casa pra evitar a tentação.
Juro, vale a pena. Com a inflação bombando, os financiamentos que nunca foram baratos estão ainda mais caros. Pra terem uma ideia, pra quem pretende financiar 100% do valor de um carro popular novo, o valor das parcelas de um financiamento de 60 vezes hoje é cerca de 100 reais mais caro em relação ao mesmo período do ano passado. Ou você precisa dar R$ 3 mil pra deixar a parcela no mesmo valor era no início de 2010. Uma loucura! Vou falar melhor de financiamentos em outro post. Por hora, o recado é ECONOMIZE O QUE PUDER!
quinta-feira, 5 de maio de 2011
O porquê
Morar a mais de 30 km de distância do trabalho não é tarefa fácil. Eu, como a maioria dos brasileiros, levo quase 2 horas para chegar usando três ônibus ou um coletivo e mais o metrô. E o pior é não ter garantia de horário... acidentes, engarrafamento, chuva, qualquer coisa pode dobrar o tempo de viagem. Ok, quem anda de carro enfrenta estes problemas. Mas tem como buscar rota de fuga. Não fica em pé a viagem toda com as pernas doendo, não é obrigado a sentir cheiro nada agradável de pessoas que não tomam banho pela manhã, não tem que aguentar engraçadinhos que aproveitam a superlotação para tirar casquinha, não fica inseguro nos pontos de ônibus à noite, não depende de carona...
Atuamente, o que mais me irrita é sair à noite e não poder contar com transporte. O metrô para à meia-noite e os ônibus tem horários ultrairregulares. E dormir na casa dos amigos até é uma possibilidade, mas prefiro minha caminha. Quantas vezes esperei no ponto por mais de uma hora e... o motorista passou direto. "FDP!", cansei de gritar.
Pra mim chega. Quero me juntar à massa que reclama do IPVA, do preço da gasolina, da má qualidade do asfalto... enfim, a pessoa evolui e suas reclamações têm que evoluir com ela, não é mesmo?
Atuamente, o que mais me irrita é sair à noite e não poder contar com transporte. O metrô para à meia-noite e os ônibus tem horários ultrairregulares. E dormir na casa dos amigos até é uma possibilidade, mas prefiro minha caminha. Quantas vezes esperei no ponto por mais de uma hora e... o motorista passou direto. "FDP!", cansei de gritar.
Pra mim chega. Quero me juntar à massa que reclama do IPVA, do preço da gasolina, da má qualidade do asfalto... enfim, a pessoa evolui e suas reclamações têm que evoluir com ela, não é mesmo?
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